Te puxei do trabalho e te levei para o salão, as luzes do final da festas ainda piscavam e o som calmo que o Dj esqueceu de desligar estava tocando.
Ela: Você se importa? - Ela estava fascinada com ele, apesar de tudo, só queria um beijo, todos estavam no salão ao lado, sua mãe, seu pai e SEU NAMORADO, mas ela não ligava, só queria experimentar o fascínio que aquele garoto lhe trazia.
Ele: Com o que? - Ele a estava testando.
Ela: O fato de estarmos aqui, dançando uma música romântica, no salão ao lado onde estão meus familiares e nossos companheiros.
Ele: Só quero que ninguém saiba, que apenas fique gravado em nossas mentes.
Ela sorriu, não era do tipo que esperava romantismo, simplesmente corria atras do que queria e deixava pra se arrepender depois, pensava que o romantismo era apenas um bônus que algumas pessoas possuám ou não.
Ela: Vamos ficar só na dança? - Ela era direta.
Ele apenas fechou o braço em sua cintura e ela terminou de apertar os seus no pescoço dele. O beijo foi calmo, simples, apenas o explorar da curiosidade. Era algo desconhecido para ela, um fascínio carnal sendo matado, mãos firmes a segurando entre aqueles dois finos tecido que cobriam seu corpo.
Ela parou para observa-lo e viu ali em seus olhos uma selvageria, um desejo ainda não saciado, ele correu e trancou a porta do salão, a pegou no colo e encostou na parede, uma mão segurava a cintura dela e a outra fazia do cabelo dela as rédeas, tentava dominar o corpo dela, porém ela não deixava, travaram por longos minutos uma guerra de línguas, que no final o que restou foi o lábio dela vermelho de inchado e um chupão no ombro direito dele.
Nunca mais se veriam, mas deixaram lembranças, lembranças dos dedos deslisando sob a roupa e tentando fundi-la a ele, lembranças do carinho do beijo e da selvageria do desejo...
Gravaram faces e nomes, mas principalmente, gravaram um fascínio realizado por eles...
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